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 PADRE ELCIO SJ


 
 
Comunidade Vocacional dos Jesuítas (BRC)


95° EMAÚS FEMININO

 

Dos dias 03 ao 06 de setembro, o Pe Elcio esteve ajudando no 95° Emaús feminino de Juiz de Fora. Estiveram presentes 29 moças, entre 17 e 32 anos num encontro de formação, oração e convivência. O Pe. Elcio foi o “bendito entre as mulheres” nesse encontro, pois tanto participantes como a equipe eram compostos só de mulheres. Há também um Emaús só para rapazes.

O Emaús é um movimento de evangelização de jovens inspirado no cursilho de cristandade. Seu grande momento são os quatro encontros que são realizados por ano, dois femininos e dois masculinos. Depois do encontro os jovens são convidados a engajarem-se na Igreja em alguma comunidade e boa parte desses jovens acabam ingressando no próprio movimento, tendo sua continuidade nos encontros de pós-Emaús ou na Escola Missionária, que é realizada semanalmente.

O Pe Elcio acompanha esse movimento desde que chegou à Juiz de Fora em 2006 e é seu conselheiro espiritual.



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 19h19
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estiveram nos visitando

FAMILIA DO REGINALDO

 

Neste feriado de sete de setembro apenas o Reginaldo esteve em casa, pois todos os outros membros estavam em alguma atividade. Mas ele não ficou sozinho, pois recebeu a visita de sua mãe, D. Rosa; de seu irmão Rafael, da namorada deste, Cíntia e de D. Iolanda, mãe da Cíntia. Vieram de Varginha e aproveitaram para conhecer um pouco de Juiz de Fora e Petrópolis, onde foram passear na manhã do dia sete.

Também esteve entre nós a jovem Tâmer, do Rio de Janeiro. Ela fez o acampamento amigos no Senhor com o Reginaldo e o Voluntariado com o Taffarel, assim que havia mais de uma pessoa para ser visitada.



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 19h16
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O PESCADOR 104

O SABOR DA MISSÃO

 

 

No segundo PESCADOR de 2009 serão partilhadas algumas experiências dos vocacionados durante o 1° semestre. O entusiasmo que os rapazes mostram ao escrever pode dar a falsa impressão que nos alegramos com o muito que fazemos. Na verdade a proposta de nossa experiência comunitária é justamente o contrário, trabalhar menos na linha do fazer e mais na linha do ser.

Claro que todos queremos nos ocupar com atividades que consideramos úteis para nós e para os demais, mas nem sempre saboreamos o que fazemos e as muitas atividades podem tornar-se mais um peso que um enriquecimento.

Lembro-me de um professor que dizia aos estudantes novatos, que eles eram parecidos com um carroceiro que iniciava um trajeto no meio de um pomar. A carroça estava vazia no começo, mas com o andar da carroça eles passariam por muitas fruteiras e as encheriam com os mais saborosos frutos. Um aluno, ao final do curso, procurou o professor e lhe disse que sua impressão tinha sido exatamente a oposta. Ele se sentiu durante o curso carregando uma carroça extremamente pesada e ao final de cada etapa, sentia que esta ficava mais leve por causa daquele compromisso a menos. Quando finalmente chegou a formatura ele se sentiu completamente leve e vazio. O estudante agia mais ou menos assim: uma prova a menos, um trabalho a menos, um livro lido a menos. E assim ele se aliviava mais do peso de seus compromissos acadêmicos. O que o professor tinha previsto era que essas experiências preencheriam o vazio e não que se tornassem um peso.

Assim podem ser as atividades em nossas vidas, podem nos preencher ou nos cansar. Na Comunidade Vocacional pretendemos saborear as atividades, para que nos alimentem e saciem, pois procuramos o sabor da missão que nos espera, mais que qualquer outro tipo de conhecimento.

Leiam os artigos, procurando entender que o objetivo dos mesmos não é descrever atividades mecânicas, mas partilhar o sabor espiritual que elas têm em nossa caminhada e dar “água na boca” dos que procuram “não o muito saber ou fazer, mas o sentir e saborear todas as coisas”.



Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 19h13
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O PESCADOR 104

Formadores de História

 

A comunidade Vocacional dos Jesuítas está em sua 30ª turma. Por isso publicaremos nas edições do PESCADOR deste ano entrevistas com os jesuítas que já foram Formadores desta comunidade. O segundo entrevistado é o Pe Adroaldo Palaoro, SJ, que hoje é reitor do Colégio Jesuíta em Juiz de Fora/MG.

 

Entrevista com PE ADROALDO, SJ

 

Nome completo e data de nascimento.

 Adroaldo Palaoro nascido no dia 27 de fevereiro de 1952.

 

A origem. De onde você veio? ( país, estado, família e etc. )

 

Sou o primogênito de 7 irmãos. Morávamos em Alto Pongal, uma colônia italiana que fica no interior de Anchieta no Espírito Santo, onde participávamos ativamente da comunidade.

 

Como foi sua vinda, ou seja, sua história de vocação à CIA de Jesus até chegar a CV? (* se possível o ano de entrada e saída da CV )

 

Começou com a Cruzada Eucarística. Logo depois em 1962 fui para a Escola Apostólica de Anchieta onde estudei todo o meu ensino fundamental. Lá tive contato direto com padres e irmãos Jesuítas que eram meus professores. O desejo cresce a partir de minhas participações nas atividades desenvolvidas no colégio pelos padres e irmãos. Logo depois fui para o IPA (Instituto Padre Anchieta) fazer o ensino médio. Neste período participei de diversos movimentos jovens, como o TLC e o CJC. Com 20 anos decidi entrar para a Companhia. Morava no escritório do CJC em Belo Horizonte, freqüentava a FAJE para encontros de formação e trabalhava em paróquias e comunidades próximas. Fui ordenado em 1983, trabalhando como ministro no noviciado e em 1984 vim para Juiz de Fora trabalhar como Sócio do Pe. Ramóm na casa de formação que ficava no bairro do Bonfim durante um ano. Após ter trabalhado e estudado em vários outros lugares como Roma e Salamanca, voltei para a comunidade vocacional no ano de 1988 e fiquei até 1991 como sócio do Pe. Luiz Antonio. Em 2004 assumi a direção do Colégio Jesuíta como Reitor onde estou até hoje trabalhando com a espiritualidade na linha dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio.

 

Ao longo do tempo, qual foi a maior dificuldade encontrada por você na Comunidade Vocacional?

 

Não havia GAVI no tempo em que fui formador, o processo era um tanto diferente, portanto vários dos vocacionados que aqui passavam não tinham um acompanhamento prévio. A estrutura atual de encontros e convivências nos proporciona conhecer melhor os candidatos, o que nos dá a oportunidade de conhecer melhor as vocações destes jovens e encaminhar àqueles que percebemos não ter o carisma necessário para a Companhia de Jesus a outras opções.

 

 Fazendo um resumo de toda a história, o que mais lhe deixou realizado na Comunidade Vocacional?

 

Foi perceber uma progressividade, um crescimento humano e espiritual dos jovens acompanhados. Isto confirmava a minha missão de acompanhante espiritual, onde pude oferecer pistas para que o próprio vocacionado fizesse uma releitura profunda de sua vida encontrando as confirmações que buscava.

 

Para você, ser Jesuíta é...

 

... estar aberto ao novo. Santo Inácio não teve medo do novo, se abriu ao diferente. O Jesuíta é um homem de fronteiras e a fronteira é o lugar do desconhecido, do novo.

 

Deixe uma mensagem de motivação àqueles que perseveram na Companhia, e, para todos que tem em seu coração o desejo de participar desta FAMÍLIA.

 

A Companhia não é lugar para a perfeição individual, mas como os Exercícios Espirituais, ela é a mediação do sentido atual da minha existência e a dos outros, indicando assim uma luz e um caminho reais.



Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 19h10
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