Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 NOTICIAS
 QUEM SOMOS
 MENSAGENS
 O PESCADOR


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 ANCHIETANUM
 PADRE ELCIO SJ


 
 
Comunidade Vocacional dos Jesuítas (BRC)


 
 

esteve aqui...

O IRMÃO JESUÍTA

 

Na última quinta feira, esteve na Comunidade Vocacional o Ir. Salvador Ienne, SJ  falando para os vocacionados sobre a vocação do irmão jesuíta.

Membro da CV-1985, hoje ele trabalha na Escola Técnica de Eletrônica em Santa Rita do Sapucaí, MG.

Faz parte das reuniões de formação da CV uma reflexão sobre essa vocação específica na Companhia e neste ano vários vocacionados se questionam sobre essa opção, portanto a presença do Ir. Salvador entre nós foi muito proveitosa.



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h49
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Estiveram aqui

MISSA EM ESPANHOL

 

Desde o ano passado, as missas das terças feiras são celebradas em espanhol. Além de ser uma “missa devota”, também é a oportunidade de praticar a língua estrangeira que estudamos.

Nessa ultima terça feira tivemos a alegria de ter a missa celebrada por um “castelhano castizo”, o Pe Monteoliva.

Também esteve visitando a CV e participou de nossa missa a Marcela, que foi professora de espanhol na CV durante vários anos e hoje leciona no colégio dos Jesuítas.



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Aconteceu

CONPAV

 

Na semana passada o Pe. Elcio esteve em Belém do Pará para a reunião da CONPAV (Comissão Nacional da Pastoral Vocacional). A reunião foi na Comunidade Vocacional, dirigida pelo Pe. Adilson. Representantes da PV e das CVs de todo o Brasil estiveram presentes, num total de nove pessoas. Na pauta, além das partilhas e da troca de materiais, que são habituais, também estava a criação de um Secretariado Nacional de PV, a ser concretizado em 2011, já visando uma possível junção das províncias brasileiras numa só.



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h46
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Aproveitando...

CÍRIO DE NAZARÉ

 

Em sua passagem pelo Pará, o Pe Elcio aproveitou a oportunidade para conhecer a festa do Círio de Nazaré. Trata-se de um conjunto de celebrações em honra de N. Sra de Nazaré, padroeira do Pará, tendo como ponto alto a procissão do domingo de manhã, que chega a reunir cerca de dois milhões de participantes.

 

Dentre as diversas manifestações religiosas, está a procissão fluvial. Um conjunto de quase 300 embarcações acompanham o cortejo da imagem da Santa de Icoaraci até Belém por um afluente do Rio Amazonas. Dentro dos barcos são organizadas orações, missas ou celebrações, além de ser oferecido lanche e lembranças. As embarcações são organizadas por paróquias, movimentos ou por muitos particulares.

 

O ponto alto é realmente a procissão, quando as pessoas invadem as Avenidas por onde a imagem passa.

 

Antigamente, o carro que conduzia a imagem era puxado pelos fiéis por meio de uma corda. Hoje o andor é mais leve e é levado por poucas pessoas, mas ficou a tradição de puxar a corda, na qual todos querem ao menos tocar, mas muitos fazem promessas de conduzi-la por toda a procissão e, no final, levar um pedacinho dela para casa.

 

Outras celebrações são as procissões rodoviária, a motoromaria, a transladação (feita na noite anterior da procissão principal) e as missas que ocorrem na praça principal da Basílica de Nazaré. Além disso ocorrem os shows, o encontro de famílias entre muitas outras manifestações. É por isso que a data do Círio é a principal do calendário paraense



Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

história dos jesuítas

A VOLTA DOS JESUÍTAS AO BRASIL

Reginaldo Sarto, SJ

 

Depois que a Companhia de Jesus foi restaurada, em 1814, começou a crescer o número de seus membros de forma surpreendente. Foram os jesuítas espanhóis os primeiros a se restabelecerem na América do Sul em 1816. O local desse retorno foi Buenos Aires, por vontade do ditador argentino Dom João Manuel Rosas. Embora os Jesuítas tivessem sido recebidos com triunfo, não demorou para que Rosas lhes impusesse que fossem partidários do seu governo. O então superior regional, Padre Mariano Berdugo, SJ foi extremamente contrário à imposição e orientou os seus companheiros que resistissem. Rosas pressionou os jesuítas até mesmo com ameaças. Em resposta ao ditador, Padre Berdugo escreve com rigor: “é muito fraco o poder do senhor Rosas para destruir a Companhia de Jesus. Poderá expulsar-nos, mas não se encerra o mundo no curto espaço Buenos Aires. Poderá degolar-nos e assim aumentar o número de vítimas. Mas a Companhia de Jesus só Deus do céu e o papa na terra poderão extingui-la. O senhor Rosas, por mais que queira, não é senão um homem e há um Deus que é mais do que ele, e a ele e a mim há de julgar”. Talvez o interesse do ditador fosse utilizar da influência da Companhia para tirar proveito próprio, mas a missão dos Jesuítas é de profetizar e não se atemorizar diante de situações que vá contra o que se deseja dela a Igreja. Por isso mesmo muitos jesuítas derramaram seu sangue, não calando diante das ameaças, mas sendo sinal de justiça no meio dos desfavorecidos. A voz de muitos podem ter sido caladas, mas a palavra de Deus permanece por causa dessas vozes.

 

Dadas as dificuldades e instabilidade na Argentina, pareceu favorável a reorganização da missão no Brasil. Então, o Padre Berdugo viajou para o Rio de Janeiro em dezembro de 1841. Sua intenção era averiguar as possibilidades de reatar o contato missionário com o Brasil. Os Jesuítas, a princípio, entraram disfarçados no país para sondarem o espírito dos brasileiros em relação à Companhia. Ao se apresentar como Jesuíta, o Padre Berdugo, ao internúncio do papa no Rio de Janeiro, Monsenhor Campanônico, ficou contentíssimo e ofereceu todo apoio para os Jesuítas iniciarem o trabalho. Padre Berdugo chamou a outros jesuítas de Buenos Aires e, em 1842, começou a missão Argentina no Brasil. Em seguida, a pedido do governador da Província do Rio Grande do Sul, os Jesuítas começaram a se estabelecer no sul do país. Em 1843, vieram outros jesuítas do Uruguai para Santa Catarina. O empenho deles no sul era com missões rurais e catequese, até 1845, quando houve um pedido para que abrissem um colégio em Santa Catarina. Este prosperou e chegou a ser visitado pelo Imperador Dom Pedro II. Apesar da esperança depositada nessa escola, foi fechada por causa de uma endemia de febre amarela. Foi mantida em Porto Alegre uma residência jesuítica e mais tarde abriu-se outra em Santa Catarina.

 

De 1843 a 1853, os missionários trabalharam como párocos, evangelizaram as colônias alemãs do Brasil e organizaram as reduções com as tribos indígenas do Rio Grande do Sul. Apesar das dificuldades de fazer prosperar as obras missionárias, converteram muitas almas. Em 1864, a missão do Brasil se separa da Argentina. Padres italianos dirigiam um seminário em Porto Alegre, as colônias alemãs estavam bem assistidas e, dessa época em diante, a Companhia começou a crescer cada vez mais no Brasil.

 

Em 1867, a missão foi subdividida ficando a província germânica responsável pelo Rio Grande do Sul e os outros estados por conta da província romana. Essa organização durou até 1911 quando foi novamente dividida em três missões: a meridional, que comporta os três estados do sul e ficou com a província germânica; a missão central, que abarcava os estados do sudeste, confiada a província romana; e o norte e nordeste, a cargo dos padres portugueses.

 

Tudo que a Companhia é e faz hoje no Brasil se deve aos esforços desses missionários, que dedicaram suas vidas nessas terras, movido pelo amor de Jesus Cristo por quem somos chamados e enviados a anunciar o seu Reino. A propósito da missão Jesuíta hoje no Brasil, falaremos mais na próxima edição deste informativo.



Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 
 

Editorial do Pescador no 105

O DESPRENDIMENTO DO DISCÍPULO

 

Nossa Comunidade Vocacional já caminha para a reta final. Estamos num tempo mais de olhar para o futuro que deter-se no presente. Contudo é bom estar atento ao chão onde se pisa, para que não haja tropeços que dificultem a chegada. E é em nosso chão onde vão acontecendo as provações que confirmam nossa caminhada.

Lembro-me nesse momento do velho Abraão. Seus olhos estavam postos na terra de Canaã, lugar onde esperava a realização das promessas que Deus lhe havia feito de ter terra e descendência. Com seu descendente já nascido e a caminho da terra prometida, Deus lhe pede uma prova de sua fé, o sacrifício de seu filho Isaac (cf. Gn 22,1- 13). Não estranhemos a prova, pois os sacrifícios humanos em rituais eram comuns na antiguidade.

Abraão já havia deixado sua casa, familiares e amigos por mandamento do Senhor, que mais lhe faltava? Faltava-lhe a experiência do desprendimento e o sacrifício de Isaac é a prova de que Abraão não havia trocado uma família por outra, mas estava realmente convicto a sempre deixar tudo e todos por amor a Deus. O desprendimento será a característica desse nômade fiel. Deus se convence da radicalidade de sua opção, mas não permite que o sacrifício seja levado até o fim, pois ele também tem planos para Isaac. 

Outra coisa que Abraão aprenderá nesse episódio é que Deus não quer a morte do ser humano e o grande “sacrifício” de Abraão vai ser cuidar de Isaac, protegê-lo para que também ele seja fiel ao Senhor!

Quem trilha o caminho vocacional se parece a Abraão. Também terá que renunciar a muitas coisas para dar o primeiro passo e certamente o fará com alegria. Mas depois Deus lhe pedirá provas de desprendimento e de renúncias. Não renúncia de algo no passado, mas de coisas conquistadas na caminhada. No entanto essas renúncias não serão para a morte, mas serão para que “Isaac viva”.

No nosso caminhar vamos sendo provados se nos apegamos aos nossos dons ou se eles serão entregues ao Senhor. Se nos apegamos a eles, não caminharemos, mas se forem sacrificados ao Senhor ele nos devolverá para que cuidemos deles como Abraão cuidou de Isaac.



Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 18h35
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]