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PARABÉNS DONA MARIA
D. Maria com sua filha Eliane Hoje é aniversário da Maria das Graças Gonçalves, conhecida dos vocacionados e amigos da CV desde 1987, quando veio trabalhar como cozinheira em nossa comunidade. A ela nossa gratidão por todos esses anos de dedicação e felicidades em mais um ano de vida.
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 08h22
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RUMO À CV-2010  Foram sete os jovens que vieram à Juiz de Fora neste fim de semana para participar da convivência de candidatos para a CV-2010. Num clima de bastante descontração, eles puderam conhecer a nossa proposta formativa e os membros da atual comunidade. Saíram todos animados para prosseguir no discernimento vocacional. Ele são: David José dos Santos, 26 anos, Veio de Lorena / SP Hugo Estevam, 20 anos, Rio de Janeiro / RJ José Eduardo Mafort Cunha, 18 anos, Nova Friburgo / RJ Michel Bonifácio Amorim Porfírio, 21 anos, Pouso Alegre / MG Paulo Roberto Zampiere Jr., 29 anos (completando hoje), Adamantina / SP Pedro Henrique A.R. Ferraz; 18 anos, Pres. Prudente / MG Ulisses Cabral da Silva, 33 anos, Piracaia / SP Além deles, também esteve entre nós o Pe Alexandre, que é o novo coordenador da Pastoral Vocacional da província Centro Leste dos Jesuítas.
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 14h06
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aconteceu...
Coral Charles Chaplin – Pastoral dos Surdos Henrique Araújo  Muitas vezes nos pegamos reclamando de tantas coisas em nossa vida, de que não somos capazes, que não vamos conseguir e tantas outras lamentações. No dia 25 de outubro, a Pastoral dos Surdos apresentou o coral Charles Chaplin na cidade de Senador Cortes, MG, a convite da secretaria de cultura. E vendo o grupo e me apresentado com eles, percebi que na verdade o querer e capacidade estão em nós mesmos, pois, quando confiamos em Deus, tudo é possível. Até mesmo cantar com as mãos. Vencer barreiras e transpor limites é o que todos os sábados aprendo com eles. Também esteve em Senador Cortes o Brune, que filmou e fotografou o evento.
Categoria: NOTICIAS
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 13h41
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formadores da história
A Comunidade Vocacional dos Jesuítas está em sua 30ª turma. Por isso, publicaremos nas edições do PESCADOR deste ano entrevistas com os jesuítas que já foram formadores desta comunidade. O terceiro entrevistado é o Pe Valdivino Teixeira de Carvalho, SJ. ENTREVISTA COM Pe. VALDIVINO  A origem. De onde você veio? Sou natural de Itaú, cidade que fica no sul de Minas Gerais, onde vivi durante minha infância. Depois, mudei para a cidade de Passa Quatro, para continuar os estudos no Colégio dos Betharramitas. E, em seguida, fui para Mogi Mirim, no interior de São Paulo, para dar continuidade à minha formação. Como foi sua vinda, ou seja, sua história de vocação à Companhia de Jesus até chegar a CV? Desde criança, percebia que queria ser padre e, na época, depois de terminar o 4º ano escolar, fiz uma rápida experiência no Seminário São Gabriel, na Cidade de Carmo do Rio Claro. Mais tarde, depois de já ter me formado em técnico em eletrotécnica, fui trabalhar em uma multinacional no interior de São Paulo. Neste tempo, comecei o curso de matemática. Depois de fazer uma experiência forte de Deus em minha vida retomei o caminho da Igreja e a envolver-me nos trabalhos pastorais de minha paróquia. Contudo, sempre senti uma inquietação vocacional dentro de mim. Então, quando tinha 27 anos, comecei a me questionar mais seriamente sobre minha vocação. E ao mesmo tempo a ser questionado vocacionalmente pelas pessoas, que percebiam o gosto que tinha pelos trabalhos pastorais, principalmente ao gosto pela liturgia. Nessa época, participei de um encontro vocacional na Paróquia São José, em Mogi Mirim. Depois, comecei a ser orientado pela religiosa Irmã Maria de Jesus, da Congregação das Filhas de Jesus, que veio a me apresentar a Companhia de Jesus e a espiritualidade inaciana. Esse foi meu primeiro contato com os jesuítas. A partir disso, procurei o Noviciado da Companhia, em Campinas, e fui orientado pelo Padre Quevedo, que, mais tarde, seria meu mestre de noviços. Entrei para a Companhia e, depois de completada a formação e ordenado padre, fui destinado à Comunidade Vocacional. Isso foi em 1995 e cheguei, primeiramente, auxiliando o Padre Nilson e, depois, como diretor, até o início do ano de 1999. Ao longo do tempo, qual foi a maior dificuldade encontrada por você na Comunidade Vocacional? A maior dificuldade, que nem é por si uma dificuldade, foi a responsabilidade de ser diretor. Ao mesmo tempo, tinha de ajudar os vocacionados na caminhada, exigia de mim algumas tomadas de decisões com relação à vida deles, que nem sempre era compreendida naquele momento, mas tudo com muita caridade. Fazendo um resumo de toda a história, o que mais lhe deixou realizado na Comunidade Vocacional? Foi saber que pude colaborar com a caminhada vocacional de muitos candidatos. Poder ver as riquezas que cada um traz. Perceber os sinais visíveis da presença de Deus na história de cada um, através das orientações e da autobiografia. Para você, ser Jesuíta é... Um amor incondicional a Jesus Cristo. Esse amor que torna o jesuíta disponível e com mobilidade para ir, com alegria, onde os superiores solicitarem sua presença. Deixe uma mensagem de motivação àqueles que perseveram na Companhia, e, para todos que tem em seu coração o desejo de participar desta FAMÍLIA. Acreditar que realmente nossa Companhia é de Jesus, confiar nEle, estar com Ele, trabalhar para Ele e depender sempre dEle, e agir, fazendo tudo como tudo dependesse de nós. Para os que entram, acreditar no processo de discernimento e que realmente aquilo que for discernido na Companhia de Jesus é a vontade de Deus.
Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 13h30
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BENDITO SEJA DEUS PELAS NOSSAS FAMÍLIAS Davi Caixeta  Saudades da família, dos amigos e de todos que nos acompanharam na nossa caminhada. Essa saudade, criada pelas distâncias, nos leva a perceber como cada momento vivido com cada uma dessas pessoas foi e continua sendo importante para o nosso discernimento vocacional. Cada uma dessas pessoas é essencial para nossa vida, de uma forma bastante especial. Refletindo todos esses momentos, prevalecem os sentimentos de amor e gratidão aos pais pela vida, pelo carinho e pelos ensinamentos; gratidão aos irmãos pelo companheirismo e pela amizade; gratidão a todos os familiares pelos momentos de alegria e pelas palavras de esperança. Todos esses sentimentos, percebidos nas lembranças de nossos pais, nossas mães, nossos irmãos e de toda nossa família, servem como uma verdadeira palavra de perseverança no seguimento a Jesus Cristo. “Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Mc 3, 35)
Categoria: O PESCADOR
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 13h19
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CRÔNICA
A ROSA  Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim. Rosas verá, só de cinzas franzidas, mortas, intactas pelo teu jardim. Eu deixo aroma até nos meus espinhos ao longe, o vento vai falando de mim. E por perder-me é que vão me lembrando, por desfolhar-me é que não tenho fim. 4º Motivo Da Rosa (Cecília Meireles) Pareceu-me que Cecília Meireles em seu poema “rosa”, quis apresentar essa flor como um todo e não somente como pétalas bonitas e perfumadas. Quis mostrar que mesmo depois de passado o tempo da beleza da flor, a rosa continua sendo tão rosa como antes. As pétalas marcam somente uma etapa da vida e é necessário que elas passem para que essa vida possa continuar e frutificar. O que se diz da rosa diz-se também das pessoas. Como as flores, temos o nosso momento de desabrochar, de tornar-nos botão, de florir e de amadurecer. Muitos pensam que o auge da vida é o tempo da juventude, quando a beleza física é maior e as pessoas louvam-lhes a beleza. Alguns afligem-se quando percebem que essa etapa está passando e criam frase como estas: “ Preciso aproveitar minha juventude ao máximo, pois logo não serei mais jovem”; Estou ficando velho, mas de espírito sempre serei jovem”. Logo partem para disfarçar a idade, usando roupas da moda jovem, adotando as novas gírias, freqüentando os ambientes juvenis e chegando a brigar com quem lhes pergunta a idade. Tais pessoas pensam que quando adultas serão menos gente que quando jovem, o que não passa de um grande engano. Sim, é um grande engano pensar que a essência da vida humana esteja concentrada apenas numa fase da vida, ainda mais nessa fase minúscula que é a juventude. A vida é bela em sua totalidade e existimos para sermos felizes todos os dias. As diferentes etapas da vida fazem parte da escola onde Deus nos ensina a entregar a vida, primeiro a nós mesmos, depois aos outros e finalmente a Ele, podendo dizer naquele dia: - Vivi todos os dias que me deste, Senhor. Tal pessoa realmente prova que deixa “aroma até nos espinhos”
Escrito por Comunidade Vocacional jesuítas às 13h13
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